Testemunhos de 2007
Victor Campos da Paixão – Mairiporã–SP (Quando no 2º semestre)
Antes da minha conversão eu era um jovem que não queria saber de igreja, perdido e vivia nas festinhas e baladas com amigos, bebendo e tentando “curtir” a juventude. Mas um dia meu irmão mais novo creu em Cristo como seu Salvador e logo começou a me “incomodar” com o evangelho.
Lembro-me de uma vez meu irmão me perguntando se eu morresse naquele dia para onde eu iria e eu respondi que, com certeza, iria para o inferno. Aceitei o convite de ir à igreja com ele e em um
dos cultos, ouvindo do plano da salvação, cri em Jesus como meu Salvador.
Logo após minha conversão queria dedicar minha vida a servir ao Senhor e então, com o desafio de tantas conferências missionárias, decidi servir ao Senhor em missões transculturais.
Drielle Lúcia Ribeiro - Altamira–PA (Quando no 1º semestre)
Desde muito pequena eu cri que Jesus Cristo veio ao mundo, sofrer, padecer, morrer e ressuscitou para salvar-me da condenação eterna.
Na igreja sempre ouvia falar da obrigação que todos os crentes têm em pregar o evangelho para as pessoas, mesmo se elas estivessem distantes. Não sabia onde ir ou até mesmo se era capaz de tal missão pois me sentia inútil, mas Deus usou um missionário para me mostrar que para o Senhor eu sempre serei útil para servi-Lo no ministério que seu filho Jesus Cristo nos deixou escrito em sua Palavra: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” (Mc 16.15).
Foi com a ordem da Palavra de Deus e a exortação do missionário acerca da necessidade de obreiros que a obra tem, e que pessoas ainda precisam ouvir sobre Cristo e estão indo para o inferno por culpa dos que não vão anunciar Cristo a eles.
Eliézer Steffens - Chapecó–SC (Quando no 1º semestre)
Eu nasci num lar cristão e conheci a salvação em Jesus Cristo ainda na minha infância. No início tive dúvida da minha salvação, mas Deus foi confirmando em meu coração e com o passar do tempo tive certeza de que passaria a eternidade com Ele.
A Bíblia fala em Provérbios 22.6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar e ainda quando for velho não se desviará dele.” Sou grato a Deus pelos pais que Ele me deu, que me ensinaram as verdades bíblicas.
Kelly Steffens - Chapecó–SC (Quando 1º semestre)
Meus pais são missionários da MNTB, trabalham há mais de vinte anos entre os índios Kaingang. Foi ali que eu cresci.
Fui ensinada na Palavra de Deus desde pequena, ma tive dúvidas da minha salvação por um tempo. Graças a Deus, sempre tive uma boa amizade com meus pais e tive liberdade para conversar com eles sobre minhas dúvidas.
Eu não duvidava que Jesus tinha vindo a este mundo e morrido por mim para me dar a vida eterna, mas a minha dúvida era se eu tinha realmente feito a minha parte certa.
Foi com dezesseis anos que percebi que eu não tinha que fazer nada porque Cristo já tinha feito tudo por mim. Então, minhas dúvidas sumiram e tenho certeza que estarei no céu com Cristo para sempre.
Joana M. F. Araújo - Manaus–AM (Formanda 2007)
A minha conversão foi no ano de 1998. Eu já estava casada com dois filhos. Após dois anos, o meu esposo conheceu a Cristo.
Nosso desejo era de servir a Deus com missões. Antes de vir para Peniel, meu esposo estava estudando num seminário, mas lá não havia preparação para missões.
Tínhamos muito contato com os missionários da Missão Novas Tribos. Através desses contatos fomos desafiados a vir estudar em Peniel.
Começamos a orar e, um ano depois, Deus nos deu a graça de ingressarmos neste Instituto.
Queremos continuar firmes no propósito de servir a Deus.
Eliud Paraíso - São Tomé–África (Quando no 2º semestre)
Sou africano e tive o privilégio de nascer num lar cristão. Aos 6 anos de idade, Jesus mudou o rumo da minha vida, perdoando os meus pecados e me concedendo a vida eterna por meio da sua morte na cruz.
Receber, pela fé, esse presente de Deus foi a melhor coisa que já fiz em toda a minha vida e posso dizer, com certeza, que sou feliz.
“A seara é na verdade grande mas poucos os ceifeiros.” Eu cresci com esse versículo martelando o meu coração. Quantos não têm a oportunidade de gozar essa mesma felicidade que eu gozo? A minha decisão desde a infância foi de se um instrumento útil nas mãos de Deus para levar o seu nome às almas que, a passos largos caminham para o inferno.
Por isso a razão de meu viver é Jesus e o que direciona a minha vida é Atos 20.24 “Porém em nada considero a minha vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete e minha carreira que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.”
Annelize S. Dias - Vianópolis–GO (Quando no 2º semestre)
Eu recebi o Senhor Jesus como Salvador aos sete anos de idade através de missionários da MNTB. E desde a minha conversão eu já sentia o desejo de servir ao Senhor.
A minha vontade de estar na obra do Senhor se confirmou em meu coração ao assistir à peça teatral “O Clamor de Batume”. É uma peça que mostra a realidade dos povos que não conhecem a Cristo e que estão morrendo e indo para o inferno, por não ter quem lhes anuncie as Boas Novas.
Pare e pense: O que tenho feito pelos povos perdidos?
Marcelo D. Hubner - Rio Brilhante-MS (Quando no 2º semestre)
Fui desafiado para a obra missionária desde 1997 quando, ouvindo uma mensagem de um pastor que visitava a igreja em que sou membro, ele dizia sobre a necessidade de levar o evangelho ás pessoas que estavam se perdendo sem conhecer a Cristo.
Desde então decidi ingressar nesta obra de Deus, mas muitas vezes me deixei levar pelas oportunidades que o mundo nos dá. Então, não dei ouvidos ao chamado de Deus, mas graças a Deus que seus planos não podem ser frustrados, e hoje estou aqui no Instituto me preparando para levar o evangelho aos povos não alcançados.
Deus sempre me advertiu quanto à minha negligência de ir pregar o evangelho.
Maria Marta Gómez - Assunção–Paraguai (Quando no 2º semestre)
O Senhor me chamou usando Mateus 9: 37, 38 “Então, disse aos seus discípulos: a seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara.”
Ele me quebrantou e pôs em mim o desejo de ser missionária (sua obreira) e ser enviada a sua seara.
Nesse momento orei e dei graças a Deus por seu chamado; e ele foi abrindo as portas para que eu pudesse cursar em um Instituto Bíblico para adquirir ferramentas e ir ao campo.
Deus mostrou ao pastor da minha igreja que era Peniel o Instituto que tinha preparado para mim; e foi suprindo tudo o que preciso para estar aqui.
Eu estou muito agradecida ao meu Deus por seu chamado.
É um privilégio servir ao Senhor.
Paulo Vitor Tezzei - Mairiporã–SP (Quando no 1º semestre)
Desde pequeno, minha avó me levava à igreja, pois meus pais não eram crentes. Mas somente aos 13 anos foi que entendi a mensagem de salvação pela fé em Cristo.
Comecei, desde então, a me envolver mais com missões, com coisas simples que todos nós podemos fazer: ler revistas missionárias, participar de conferências sobre missões na igreja, ajudar nos ministérios da igreja e também a orar por esses assuntos.
Deus ia aumentando o desejo de trabalhar em Sua obra e vi que teria que tomar decisões de renúncias pessoais e planos que eu tinha. Orar e colocar-se com sinceridade diante de Deus, creio que foi o fundamental para poder ouvir melhor a voz de Deus.
Em 2007 vim para o Instituto Bíblico Peniel e estou me preparando para trabalhar na obra de Deus. Os desafios e renúncias ainda continuam.
Marino Moisés K. Garcia - Brasília-DF (Quando no 2º semestre)
Nasci num lar cristão, meus pais são servos do Senhor. Minha irmã também serve ao Senhor Jesus.
Eu também quero ser missionário entre o meu povo, um povo indígena. Quero voltar a minha família indígena pois sou adotado por essa família de missionários e quero ser um missionário como eles e pela vontade de Deus que colocou isso na minha vida. Por esta razão estou em Peniel.
Quero fazer a vontade de Deus por isso eu sempre falarei: Senhor, “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6:8). Estou no segundo semestre e graças a Deus ele tem me dado muita força.
“O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração e fui socorrido pelo que o meu coração salta de prazer, e com o meu canto o louvarei.” (Salmo 28.7)
Carolina Antônio - Anápolis–GO (Quando no 2º semestre)
Alguns anos atrás, passei por momentos difíceis. Enfrentei a depressão.
Naqueles dias, senti-me totalmente incapaz de servir a Deus na obra missionária, apesar de saber que Ele havia me chamado para essa tarefa.
Deus me sustentou durante todo esse tempo e me fez vê-lo mais de perto. Pude reconhecer seu imenso amor por mim e sua incomparável fidelidade.
Dispus-me a seguir em frente certa do cuidado genuíno do Senhor e vim para Peniel sentindo absoluta paz de estar dentro da vontade de Deus.
Desde então, Ele tem me sustentado, mostrando maravilhas e as dificuldades estão sendo vencidas dia-a-dia na Sua força.
Thiago Santana Ishy - Anápolis–Go (Quando no 2º semestre)
Por ser filho de missionários, me considero natural de São Paulo, Acre, Amazonas, Minas Gerais e Goiás, ou seja, um típico filho deste solo, pátria amada Brasil.
Desde muito cedo lidei com a morte do meu pai e isto me afastou um pouco da vontade de Deus em minha vida, mas o nosso Deus misericordioso e amoroso tem guiado minha vida de tal forma que só Ele poderia fazer. Primeiro desafiou-me para continuar a obra missionária, depois me proporcionou cursar uma faculdade e então ingressar aqui no Instituto Bíblico Peniel.
Sei que seus planos em minha vida não param aqui e, apesar do futuro ser incerto a mim, eu descanso e confio no Deus que está no controle e tem o seu tempo determinado para tudo.
Trabalho então para que o evangelho prossiga ao alcance de mais pessoas aqui no Brasil e no mundo, a fim de conduzi-los a Cristo para juntos então dizermos como o apóstolo Paulo que a nossa verdadeira, amada e preciosa “... pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”.

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